Por que armaduras espaciais, reatores avançados e cascos de naves nas histórias de ficção científica sempre dependem de "metais impossíveis" trazidos de galáxias distantes? Nióbio, Grafeno e Ferro Plasmático - Pesquisa e Soberania com Prof. Moreijo O cinema acostumou o público com nomes inventados como vibranium ou adamantium . No entanto, enquanto a ficção hollywoodiana busca respostas nas estrelas, o chão sob nossos pés guarda o elemento real mais cobiçado pelos laboratórios de ponta e pelas superpotências aeroespaciais do planeta: o nióbio . FATO VERIFICADO — O Brasil detém mais de 90% das reservas economicamente exploráveis de nióbio do mundo. Elemento de número atômico 41, o nióbio é indispensável para supercondutores elétricos, ligas metálicas resistentes a temperaturas extremas em turbinas de foguetes e estruturas quânticas. Quando associado à matriz bidimensional do grafeno, redefine os limites da dissipação térmica e da blindagem eletromagnética. 1. A Âncor...
Laboratório de ficção científica brasileira e educação: nióbio, arqueologia amazônica, Sertãopunk e método científico separando o que a ciência sabe do que a ficção imagina.