O Pergaminho de Cobre de Qumran: O Manuscrito que Desafiou a História O enigma dos manuscritos perdidos Deserto da Judeia, 1947. Um pastor beduíno persegue uma cabra desgarrada pelas encostas calcárias à beira do Mar Morto. Para verificar a profundidade de uma fenda escura na rocha, atira uma pedra. Em vez do impacto seco na poeira, ouve o estilhaçar oco de cerâmica antiga. Ali, selados em ânforas de barro imunes à humidade e ao ar durante dois milénios, repousavam milhares de fragmentos que reescreveriam a história do pensamento ocidental: os Manuscritos do Mar Morto. Textos bíblicos esquecidos, crónicas apocalípticas de seitas dissidentes e narrativas que a história oficial julgava perdidas para sempre emergiram da poeira. A escrita sobre a pele curtida havia sobrevivido a impérios, guerras e perseguições. Mas a maior perturbação arqueológica não vinha de um rolo de couro. Repousava na Caverna 3. Tratava-se de duas folhas de cobre quase puro enroladas sobre si mesmas. Como a oxi...
Laboratório de ficção científica brasileira e educação: nióbio, arqueologia amazônica, Sertãopunk e método científico separando o que a ciência sabe do que a ficção imagina.