DESPERTAR | Discurso de Charlie Chaplin | O Grande Ditador (1940) | HD B...
Deixamos aqui as palavras que definem o "Despertar" proposto por Chaplin:
"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Isso não é da minha conta. Não quero governar ou conquistar ninguém. Gostaria de ajudar a todos, se possível — judeus, gentios, negros, brancos. Todos nós queremos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade uns dos outros, não pela miséria alheia.
[...]
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-nos. A própria natureza dessas invenções apela à bondade do homem, apela à fraternidade universal, à união de todos nós."
📝 Por que rever Chaplin hoje?
O discurso final de O Grande Ditador é considerado um dos momentos mais emocionantes da sétima arte. Em 1940, no auge de um período de escuridão global, Chaplin rompeu o silêncio de seu personagem para falar diretamente ao coração da humanidade.
"Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura."
Este texto não é apenas um roteiro de cinema; é um manifesto pedagógico e social. Ele nos convida a:
Valorizar o indivíduo: Relembrar que o progresso técnico nunca deve superar a dignidade humana.
União Global: A ideia de que o conhecimento e a liberdade devem unir as pessoas, não separá-las.
Esperança Ativa: A crença de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a alma humana tem forças para se levantar e lutar pela democracia.
Agradecemos a paciência dos que nos acompanham e convidamos todos a refletir sobre como essas palavras de 80 anos atrás ainda são urgentes no nosso cotidiano.


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